sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Dúvidas e Aporte no Mês


Bom dia Bufunfeiros e Bufunfudas!

Hoje compartilho com vocês meus aportes e mudanças na carteira de investimentos do Bufunfa.

Seguindo a minha estratégia de investimentos já definida aqui, os aportes continuam direcionados para a renda fixa.

Dessa vez apliquei R$600 no CDB do banco Sofisa com liquidez diária pagando 100% do CDI e R$ 2.000 no CDB do banco Pine com liquidez diária pagando 103,5% do CDI. Desse valor, utilizei R$ 928 da poupança e R$ 1.672 de grana nova.

O Banco Pine está registrando prejuízos nos últimos trimestres e apresenta um índice de basiléia de 14,6 (jun/17). Não estou tão preocupado pois é normal bancos médios enfrentarem dificuldades nessa recessão, porém já estamos saindo do fundo do poço. O FGC (Fundo Garantidor de Crédito) que dá garantia de até R$ 250 mil também dá uma boa tranquilidade na hora de investir. Veja abaixo os resultados do Pine.

Fonte: https://bancodata.com.br/relatorio/pine

A outra mudança na carteira foi a quitação antecipada de um dos empréstimos que realizo aos meus amigos confiáveis com juros de 2,5% ao mês. Também acabei concedendo um novo empréstimo de R$ 1.548 com as mesmas taxas de juros.

Fazendo o balanço entre o valor resgatado com a quitação antecipada e o valor do novo empréstimo, calculo um aporte de 336 reais em empréstimos.

Antes que me chamem de agiota ou coisa parecida, vejam que estou cobrando menos do que os bancos estão cobrando para a modalidade de empréstimo consignado para o setor privado.
A diferença é que eu não recebo os pagamentos descontados da folha de pagamento dos meus devedores, portanto corro um risco maior. Sou um bom samaritano! rsrsrs

Fonte: http://minhaseconomias.com.br/blog

O resumo da ópera é: Aportes de outubro até o momento totalizam R$ 2.008. Nada mal para mim!

Agora vou pedir uma ajuda de vocês. Confesso que não sou especialista em investir em fundos, e essa semana recebi um e-mail que me chamou a atenção pela consistência nos resultados e rentabilidade apresentada em todo o período.

Pelo que percebi é um fundo de fundo sem cobrança de taxa de administração. Para mim faz muito sentido, pois o único objetivo do fundo é comprar cotas de outro fundo que já possui taxa de administração.

Gostaria que me ajudassem com pontos a serem observados para avaliar a viabilidade deste investimento. Por onde começo a análise?

Essa oportunidade apareceu através do BTG Pactual. Veja abaixo:

 *Início do fundo em 8/05/2007. Período considerado até 29/09/2017.
** O fundo disponível na plataforma (Constellation Institucional FIC FIA Access) compra cotas do mesmo fundo Master que o Constellation Ações FIC FIA, cuja performance foi utilizada para a elaboração do gráfico por possuir um histórico de performance mais longo.
Fundos de investimento não contam com a garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos - FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura.

IMPORTANTE: Este post não é uma indicação de investimento ou algum tipo de análise financeira. Não faço esse serviço e não tenho qualificação para fazê-lo. Sou apenas um investidor amador que gosta de compartilhar as decisões pessoais.

Hoje foi rápido mesmo não é? Deixem nos comentários vossas contribuições por favor!

Abraços e até mais!

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O PIB e suas Loucuras


Olá amigos do Bufunfa! Vamos atacar de economia novamente?

PIB. Está aí um indicador mundialmente conhecido por economistas e não economistas. Todos estão cientes entre a correlação entre este número mágico e a qualidade de vida e situação econômica de determinado país. Mesmo em países socialistas ou comunistas, ou quaisquer outros que tenhamos dúvidas quanto à sua gestão econômica, raramente este indicador é burlado.

Mas o que você conhece dele? Ele mensura tão bem assim o reflexo da economia em sua vida? Antes de mais nada precisamos fazer um brevíssimo resumo do conceito de PIB.

Resumindo, o PIB é o valor monetário total do que foi produzido dentro de um país durante certo período de tempo. Normalmente medido em ano, mas também pode ser trimestral ou mesmo mensal.
O cálculo é o pelo valor agregado, que desconsidera os insumos intermediários.

O que "raios" é esse insumo intermediário?

Vamos dar o exemplo de uma marcenaria. O marceneiro ganhou em três meses equivalente a 18 mil reais, mas ele gastou 5 mil com insumos intermediários como madeira, 1 mil com pregos e 1 mil com cola. Portanto o marceneiro agregou apenas 11 mil de valor aos insumos. Precisamos descontar o valor dos insumos para não contar várias vezes os mesmos valores. Lembre-se que também serão contadas no PIB as produções do vendedor de prego, cola e madeira.

PIB significa Produto Interno Bruto. Bruto porque não subtrai o consumo dos bens de capital. Nesse caso podemos dar como exemplo o desgaste das ferramentas do marceneiro que um dia precisarão ser trocadas.

Agora vamos mostrar que o PIB não é algo tão preciso ou confiável assim. Nem por isso não seja válido calculá-lo.

O PIB considera sempre a produção a preço de mercado, porém grande parte da produção de um país ocorre fora do mercado. Então o governo (órgãos responsáveis) super competente e bem administrado "chuta" esses valores baseados em um cálculo tenebroso.

Exemplos:

Em muitas regiões existe a agricultura de subsistência, onde tudo o que é produzido é consumido. Então o governo chuta uma quantidade que é produzida desta forma e também chuta o valor de mercado de cada bem produzido. Isso vale para tudo que é produzido que não passa pelo mercado, não somente no setor da agricultura.


Outra "bizarrice" são os custos de habitação. Sabia que as pessoas que possuem casa própria pagam aluguel para si mesmas a um preço de mercado "chutado" pelo governo? Sim! O PIB é calculado considerando isso.

Para todos produtos que não passam formalmente pelo mercado através de compras e vendas, é "chutado" um valor de mercado para o mesmo. Isso envolve muitas suposições, gerando imprecisão nos números.


Você sabia que existem "produções" que sequer são consideradas? O trabalho doméstico não entra na conta se não for através de um emprego formal de uma empregada doméstica ou diarista.

Olha só que interessante:

Imagina que você é solteiro e ganha 5 mil por mês. Como ganha bem, resolve contratar uma empregada doméstica por mil por mês. Com essa grana a empregada gasta com roupas, maquiagens, sapatos, e demais coisas de mulher.

Você se apaixona e casa com sua empregada. Ele deixa de ser sua empregada formalmente e passa a ser sua esposa que realiza os mesmo serviços domésticos. Você como bom esposo separa parte do seu dinheiro para que a amada continue comprando suas roupas, sapatos e maquiagens.


O que mudou na prática? NADA. O que mudou na teoria? Você contribuiu para a diminuir o PIB do seu país!

Sim, estas estranhezas fazem parte do cálculo do PIB que consideramos um valor sagrado e absoluto.

Já repararam como o PIB em vários países subiu substancialmente nas décadas de 60, 70 e 80? Reparou que isso coincide bastante com a época com que as mulheres saíram de seus lares e buscaram um emprego no mercado? Será que existe alguma relação? Vai saber não é?

Em resumo podemos concluir que medir conceitos e métricas em uma economia não pode ser comparado com os resultados obtidos de ciências exatas como física ou química por exemplo.

Mas acredito que isso não quer dizer que devemos ignorar os números da economia. Sem ter uma ideia das taxas de desemprego, crescimento, produtividade e etc, é impossível tomar algum tipo de decisão ou posicionar-se neste mercado.

Meu lema é: Acredite duvidando.

Abraços do Senhor Bufunfa


terça-feira, 17 de outubro de 2017

Riqueza e Religião Combinam?


Bom dia amigos do Bufunfa!

Hoje o tema é um tanto incomum em nosso bate papo diário na Finansfera.
Podem a Religião e a Riqueza caminharem juntas em harmonia na vida de uma pessoa?

Existe um senso comum equivocado de que a religião Cristã (que será a base da reflexão de hoje) é contra a riqueza e a favor da pobreza. Será?

Excluindo os ateus por motivos óbvios, será que todos da Finansfera que buscam a independência financeira estão condenados ao inferno?

O texto hoje é voltado não para evangelizar ou disciplinar os leitores. Tenham em mente que é uma reflexão oferecida aos amigos cristãos. Aos irmãos e amigos de outras religiões ou ateus que quiserem ler o post por curiosidade, peço perdão se em algum momento se sentirem ofendidos de alguma forma, pois não é meu objetivo. Sempre vou respeitar todas as crenças e opiniões.

"Texto sem contexto é pretexto para heresia"

É baseada na afirmação acima que pretendo destrinchar as afirmações da Bíblia que muitos cristãos usam para defender o comunismo e abstenção de bem materiais.

Gostaria de informar de antemão que tenho fé cristã mas não sou frequentador de igreja ou algum tipo de líder religioso. Meu conhecimento da Bíblia provêm da mesma curiosidade que tenho dos demais temas que também estudo frequentemente.

Também cabe salientar uma grande diferenciação que necessita ser feita quando estamos falando deste tema. Falar de fé e religião é diferente de falar de igreja X, Y ou Z. Não estamos falando de católicos, evangélicos ou testemunhas de Jeová. Não me venha falar que só existem ladrões gananciosos e charlatões em todos os lugares. Da mesma forma que é ignorância afirmar que todas as instituições religiosas são puras e bem intencionadas, afirmar o contrário também é tolice.

Abaixo abordarei os 7 principais mitos sobre dinheiro e pecado


# Mito 1 - Acumular Riqueza é Pecado
Baseados em alguns textos fora de contexto e análise equivocada, são muitos que pregam que o dinheiro é a "raiz de todo mal". Muitos também entendem errado a narrativa de Jesus quando orientou:

"Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me." Mateus 19:21

A mesma Bíblia que muitos afirmam ensinar a doutrina da pobreza, também nos conta que Deus fez de Salomão o homem mais rico sobre toda a terra. Também fez de José vice governador do Egito e também possuidor de muitas riquezas. E Jacó que chegou à uma nova terra com as mãos abanando, saiu riquíssimo com um grande rebanho de toda a espécie de animais.

Será a Bíblia contraditória como muitos dizem?
Será mesmo que Jesus era contra a riqueza e por isso orientou o jovem a vender tudo o que possuía? Será que não foi uma forma de mostrar para aquele jovem que o mais importante para ele era o dinheiro ao invés de Deus?

Não seria a primeira vez que Deus testa o homem. Vocês já devem ter ouvido falar da história de Abraão que levou seu filho Isaque para ser sacrificado a pedido de Deus. O final a gente já conhece. Deus não permitiu que Abraão concebesse o fato, revelando posteriormente que este era apenas um teste de sua fé.

Na verdade o dinheiro não é a raiz de todo mal

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro.” (Mateus 6:24)

"Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” (1 Timóteo 6:10)

Veja nesses dois versos que o problema não é o dinheiro ou a quantidade dele. O problema é o amor ao Dinheiro. O que significa este amor?

É trocar Deus pelo dinheiro como sendo o mais importante na sua vida. É você achar que o dinheiro é que te trará segurança, salvação e felicidade. É você achar que é maior ou mais importante por causa do dinheiro.

Dinheiro não compra felicidade, saúde ou amor. Você também não compra essas coisas com Deus, pois com Ele essas coisas são dadas de graça.

Será que seu amor ao dinheiro é tanto que te faz perder o sono com os rumores do mercado?

“Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco quer muito; mas a fartura do rico não o deixa dormir.” (Eclesiastes 5:12)

Reparem que o trabalhador não é necessariamente o pobre, afinal "quer coma pouco, quer muito".
Mais uma vez a diferença que se dá entre o Trabalhador e o Rico é o amor ao dinheiro


# Mito 2 - Juros é Pecado, logo Investimentos à Juros também
A base para esse entendimento ignorante está aqui:

"Se alguém do seu povo empobrecer e não puder sustentar-se, ajudem-no como se faz ao estrangeiro e ao residente temporário, para que possa continuar a viver entre vocês. Não cobrem dele juro algum, mas temam o seu Deus, para que o seu próximo continue a viver entre vós. Vocês não poderão exigir dele juros nem emprestar-lhe mantimento visando a algum lucro." Levítico 25:35-37

Mas a mesma Bíblia ilustra uma outra história chamada parábola dos talentos. Vou resumir a história:

"Um homem rico, que se ausentando de seu país, chama alguns de seus servos e lhes dá seu dinheiro para que administrem enquanto estiver fora. Cada um desses homens recebeu uma quantidade. Aquele senhor, depois de muito tempo, volta e resolve acertar contas com os três homens que estavam incumbidos de administrar suas riquezas. Dois deles administraram muito bem, porém, aquele que recebeu menos foi duramente criticado e punido, pois não fez aquele talento que recebeu render durante todo aquele tempo. O homem rico termina dizendo:

"No mínimo o que eu esperava era que tivesse dado o meu dinheiro aos banqueiros, e quando eu viesse, receberia o meu com os juros."

Parece que o CDB é mais antigo que imaginávamos hein! kkkkkk

Será a Bíblia contraditória?

Repare bem que a Bíblia não proíbe os juros, mas proíbe que você haja como um agiota aproveitador. A Bíblia te orienta a não aproveitar da pobreza extrema de uma pessoa que passa necessidades para atolá-la ainda mais em dívidas. Você tem coragem de ver um irmão passando fome, e ao invés de ajudá-lo exercendo a caridade, aproveitar a situação para emprestar a juros para ganho pessoal?
Lembre-se que em tempos remotos a pessoa que não pagava a dívida tornava-se escrava literalmente de seu credor. Muitos usavam a tática de emprestar para pessoas necessitadas no intuito de ganhar um escravo com o potencial calote.

É muito diferente da situação de emprestar dinheiro à alguém que não está passando necessidade mas que queira fazer a compra de um bem de valor considerável, ou antecipar a compra de um item dando como garantia uma renda futura. É ainda mais justificável esse empréstimo quando o objetivo for investimentos em algum tipo de negócio que produzirá riquezas para o tomador.


# Mito 3 - Ricos não entrarão nos Céus
“E, vendo Jesus que ele ficara muito triste, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!” (Lucas 18:24)

Esse verso faz parte da parábola do Jovem Rico que foi orientado por Jesus a vender tudo o que possuía e dar aos pobres.

Jesus não afirma que pessoas prósperas não entrarão nos Céus, somente os ricos terão essa dificuldade.

Qual a diferença??? Para nós aparentemente nenhuma, mas no contexto daquela parábola tem muita diferença.

Neste contexto o rico é quem ama a riqueza e é servo dela.

“Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade.” (Eclesiastes 5:10)

Veja que as pessoas que amam o dinheiro e abundância nunca se fartarão. São essas as pessoas que dificilmente entrarão nos Céus. É a clássica diferença entre "amar ou usar" as coisas. Eu abordei essa diferenciação anteriormente neste post aqui


# Mito 4 - Dinheiro é Sujo e advém da Exploração de Pessoas
Muitos falam que o dinheiro é sujo pois é necessário explorar as pessoas para acumular riquezas.

Será? Vejam?

“O que trabalha com mão displicente empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece.” (Provérbios 10:4)

“A riqueza de procedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com o próprio trabalho a aumentará.” (Provérbios 13:11)

“Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro.” (Provérbios 22:1)

Para resumir: É impossível acumular riquezas sem trabalho duro. O que trabalha sem afinco e foco não acumula nada. O dinheiro deve ser honesto, pois o que vem de fontes erradas além de te fazer pecar, logo será perdido de alguma forma. Mais importante que o dinheiro é a índole e o caráter.


# Mito 5 - O Cristão NÃO deve Estudar sobre Dinheiro
Dedicar tempo de estudo à economia e investimentos não é amar o dinheiro. Não é o tempo gasto que vai te dizer o que você ama. Isso está relacionado a importância e posição que isto tem em seu coração.

“De que serve o dinheiro na mão do tolo, já que ele não quer obter sabedoria?” (Provérbios 17:16)

Entenderam né?

# Mito 6 - Fazer as Contas dos Gastos é Avareza
Será mesmo que temos que sair comprando e não ver o preço de nada? Ser detalhista em relação para onde está indo o seu dinheiro é avareza?

“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?” (Lucas 14:28)

A Bíblia nos ensina a ter planejamento e fazer tais contas! Então não é avareza, pelo contrário, é sabedoria.

# Mito 7 - Independência Financeira é Loucura e Pecado
Este mito é baseado na passagem bíblica abaixo:

"Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?"

Mas esquecem de completar com a frase de Jesus que vem logo a seguir:

"Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus."

O que torna este complemento tão valioso a ponto de quebrar esse mito?

Jesus não estava condenando uma pessoa por juntar muitos bens ou tesouros para viver bem o resto dos dias. A ideia central é que ele buscou o conforto material e se esqueceu da vida espiritual. É isso exposto na diferenciação entre rico para si mesmo e não rico para com Deus.

Ser rico para com Deus é viver com Deus. O homem foi sábio quando se planejou para viver confortavelmente, mas foi tolo por esquecer o aspecto mais importante da sua vida que era o lado espiritual. Como a crença do cristianismo é a vida eterna com Deus, é uma conclusão lógica investir mais em algo eterno do que em algo temporário, não concordam?

Lembrem que José do Egito também construiu inúmeros depósitos e guardou as riquezas produzidas pela nação durante vários anos. Quando chegou a época da crise (escassez e seca) havia com o que se sustentar e viver confortavelmente.

Qual a diferença entre José e o homem do primeiro exemplo?

Eu digo: José também era rico para com Deus


Conclusão

Obrigado se você chegou até aqui. Realmente este tema muitas vezes afasta as pessoas. Isso deve-se ao fato de ser abordado por pessoas que afirmam ser possuidoras da verdade.

"Religião e política não se discutem!"

Será? Eu creio que se discutem sim, mas por pessoas que sabem conversar.
Espero que tenha abordado o tema de forma respeitosa expondo a minha maneira de ver as coisas.

Mais uma vez volto a dizer que o objetivo é propor uma reflexão para aqueles que assim como eu tenham a fé cristã. O objetivo não é converter pessoas ou afrontar suas crenças.

Espero que as palavras acima sejam de alguma valia.

Obrigado e até o próximo post!